
A esta hora andam um estrangeiros residentes a passear-se na fímbria do mar e a passear o seus cães. Os portugueses também o fazem, mas em menor número. Os cães costumam deixar as suas marcas escatológicas pela areia fina.
J. e a filhota são os segundos a chegar. O J. é sempre muito pontual e não gosta de atrasos.
Um café para acordar os olhos.
Encontro às 9h15 na Casinha Portuguesa que assim se chama porque como nos explicou o dono, noutros tempos naquele mesmo lugar um carrinho com diversos produtos fazia negócio vendendo aos turistas os tremoços, pipocas e amendoins. (Não percebi). O R. teve de telefonar para nos encontrar; é que andava perdido à procura de uma casinha com ar de portuguesa, nestes lugares onde quase tudo é inglês. Coisas de arquitecto.
